Como são geridas identidade e alteridade em contextos comunicativos, sabendo que a comunicação vive no inescapável paradoxo, por um lado da necessidade de regularidade e partilha de significados, e, por outro, de uma desejável dose de incerteza e diferença para que algo possa ser comunicado? É a estranheza
sinónimo de incomunicabilidade ou, ao invés, condição de possibilidade
do comunicar?