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Livros Labcom é um projecto editorial que disponibiliza em PDF todos os livros publicados pelo LabCom. Os interessados em obter a versão em papel destas edições poderão fazê-lo por encomenda. Pode consultar a lista com todos os livros.
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Morgado, Isabel Salema (2009).  Direitos do Homem, Imprensa e PoderDireitos ho Homem, Imprensa e Poder
Isabel Salema Morgado
2009

> Entendida por muitos como marco civilizacional, coube-me procurar compreender como é percepcionada a Declaração Universal dos Direitos do Homem, na sua dupla projecção: como representação social objectivada no discurso e como enquadramento de uma certa prática política enquanto proposta de exercício do poder para todos os Estados, logo, uma proposta de poder transnacional. Ler mais...
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Seixas, Lia (2009). Redefinindo os gêneros 
                  jornalísticos: Proposta de novos critérios de classificaçãoRedefinindo os gêneros jornalísticos: Proposta de novos critérios de classificação
Lia Seixas
2009

> Aprender a fazer jornalismo é aprender a produzir gêneros jornalísticos. O conhecimento mais profundo dos elementos que constituem os tipos mais frequentes de composições discursivas da atividade jornalística pode implicar em maior conhecimento sobre a própria prática. Isso significa conhecimento sobre as competências empregadas para a realização da atividade, desde a produção à publicação do produto.
Com as novas mídias, surgem novos formatos, se hibridizam, se embaralham os gêneros. A noção de gênero entra, mais uma vez, em cheque. Por isso mesmo passa a ser vista com mais atenção. Alguns gêneros podem acabar, outros podem aparecer. Alguns se transformam, outros se mantêm. Com as novas mídias, as práticas discursivas passam a experimentar e produzir novos formatos, que podem se instituir ou não em novos gêneros. Ler mais...
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Cyberpunk 2.0: Fiction and Contemporary - Herlander Elias Cyberpunk 2.0: Fiction and Contemporary
Herlander Elias
2009

> I first published this book in 1999, a few months before the The Matrix motion picture was released. This was my first book, and there’s no other like our first one. So in the past decade I have been updating this Cyberpunk 2.0: Fiction And Contemporary. And instead of seeing it turning obsolete I witnessed it become very real, present and obvious.
This Second edition of Cyberpunk 2.0: Fiction And Contemporary is about the “reloading matrix” of media, how videoclip culture globalized itself, and also how new media and online fashions crossed each other’s paths. Science-Fiction aesthetics are preceding, as well as they’re contemporary and beyond any image of the future we might have. Where or when we’re heading now, there’s an Asian megalopolis skyline awaiting for our visit. In such places, much of the cyberpunk fiction is real, the icons of cybernetic world are among us, and high-tech gear is just part of the set of everyday life. Some new trends came up like banding dance culture, online gaming, mobile Web, anime graphic cultures, culture jamming, and many others as Tetsoo’s motion-design. The fact is that hypermodern digital shockwaves are still on the loose. As a matter of fact, the future is what we make of it. Ler mais...
Retórica e Mediatização First Person Shooter: The Subjective Cyberspace
Herlander Elias
2009

> Two decades ago videogames were just moving sprites flashing on arcade games’ screens. A decade later videogames became a common household appliance and families began playing with these electronic games. As the personal computer developed, the Internet came up. Gaming consoles turned out to be pretty much desired and affordable. Nowadays, multimedia language evolved and the mobile age of the Internet is upon us. There’s only one videogame genre enabling a new form of interaction. It’s the First Person Shooter, a videogame genre that has surpassed cyberspace visionaries’ theories and it is acclaimed worldwide due to its online gaming capabilities.
The future begins here, as the FPS becomes an interface model for new media products to come. No longer is enough to see things from the outside, the user-player wants to get inside cyberspace, to become the character. In this way we prefer playing to be “there”, on the virtual ground, left to fate. Either we’re armed or outgunned, outnumbered or betrayed, but in the end, as most of the researches point out: in FPS videogames, players actually become much more space-oriented and fit for survival. The Subjective Cyberspace provided by the FPS is our new media ground, and it will inevitably surpass the borders of gaming. Ler mais...
Retórica e Mediatização Retórica e Mediatização II
Ivone Ferreira & María del Mar Gómez Cervantes (Orgs.)
2009

> Os textos deste livro foram apresentados na Universidade da Beira Interior em Maio de 2008 nas jornadas dedicadas à temática Retórica Mediatizada e ilustram o aumento da internacionalização e do reconhecimento que o LabCom tem a nível europeu ao nível dos Estudos Retóricos. As II Jornadas Retórica e Mediatização incluíram duas conferências proferidas por duas referências nos estudos retóricos, o Prof. Tomás Albaladejo, da Universidade Autónoma de Madrid, Espanha, e o Prof. Stefano Arduini, da Universidade de Urbino, Itália. Ler mais...
Informação e Persuasão na Web - Paulo Serra e João Canavilhas (Orgs.) Informação e Persuasão na web: Relatório de um projecto
Paulo Serra e João Canavilhas (Orgs.)
2009

> O projecto Informação e Persuasão na Web, do LabCom, definiu como seu objectivo central estudar os princípios a que terá de obedecer a construção das páginas Web das instituições de ensino superior públicas portuguesas.
Delineou-se, para a consecução de tal objectivo, uma investigação centrada nos utilizadores, e que confrontasse estes com as diversas possibilidades de organização da informação, de modo a apurar as que se revelariam, de facto, quer como as mais persuasivas, quer como as mais satisfatórias das necessidades e interesses desses mesmos utilizadores.
Deste modo, a metodologia compreendia duas componentes, uma mais teórica e outra mais empírica. Ler mais...
Manuela Penafria - O Paradigma do Documentário: António Campos, Cineasta O Paradigma do Documentário: António Campos, Cineasta
Manuela Penafria
2009

> O percurso do cineasta António Campos é estudado tendo como objectivo maior contribuir para o conhecimento do património cinematográfico português. Ao fixarmos a nossa reflexão na filmografia de António Campos tentámos averiguar o lugar aí reservado ao documentário. O nosso estudo não procurou definir o documentário, pretendeu indagar possíveis modos de o pensar, quer do ponto de vista estético quer teórico.
 
Maria João Centeno - O Conceito de comunicação na obra de Bateson: Interacção e regulação. O Conceito de comunicação na obra de Bateson: Interacção e regulação
Maria João Centeno
2009

> A obra de Gregory Bateson marcou profundamente o pensamento do século XX e a teoria da comunicação em particular. Desenvolver um trabalho que aprofundasse e problematizasse as ideias deste epistemólogo da comunicação constituiu, desde o início, um desafio que se veio a revelar extremamente gratificante, como gratificante é vê-lo agora publicado em livro. O legado principal da sua obra prende-se com o facto de o indivíduo ter sido deslocado para o seio do grupo, identificado como um sistema feito de unidades relacionadas entre si pela comunicação... Ler mais...
João Carlos Correia - Teoria e Crítica do Discurso Noticioso: Notas sobre Jornalismo e Representações Sociais Teoria e Crítica do Discurso Noticioso: Notas sobre Jornalismo e Representações Sociais
João Carlos Correia
2009

> Este livro ensaia a possibilidade de um diálogo entre conceitos sociofenomenólógicos e a Análise Crítica do Discurso, ambas aplicadas ao campo do texto jornalístico. Assim, inscreve-se na área dos estudos jornalísticos, mais particularmente da Teoria da Notícia.
Destaque-se que "Teoria e Crítica do Discurso Jornalístico" é o resultado de um trabalho pós-doutoral efectuado na sua maioria na Universidad Pompeu Fabra em Barcelona, com a inspiração de Teun van Dijk e de Miquel Rodrigo Alsina.
Regina Gouveia - A interacção entre o Universo Político e o Campo da Comunicação A interacção entre o Universo Político e o Campo da Comunicação: A imprensa e as elites beirãs (1900-1930)
Regina Gouveia
2009

> Apesar de caracterizada pela interioridade, afastamento relativamente aos principais centros político-culturais, e pelo evidente atraso em alfabetização, com distritos dos mais pobres de Portugal, a Beira foi o espaço em que circularam, até 1930, mais de três centenas e meia de publicações periódicas. Este livro resultou do estudo que permitiu concluir do significativo movimento jornalístico beirão e pretendeu demonstrar como foi possível às elites locais alcançarem e exercerem influência política através dos jornais, num contexto que, à partida, inibiria tal fenómeno. Expõe e analisa, sobretudo, as marcas discursivas que comprovam e clarificam a relação que existiu na época entre os que detinham ou almejavam o poder político, principais emissores e recodificadores de mensagens públicas, e a imprensa, meio de informação, formação, articulação e activação das gentes beirãs, e não só.
Susana Morais - Comunicação e Estranheza Comunicação e Estranheza
Susana Morais
2009

> Como são geridas identidade e alteridade em contextos comunicativos, sabendo que a comunicação vive no inescapável paradoxo, por um lado da necessidade de regularidade e partilha de significados, e, por outro, de uma desejável dose de incerteza e diferença para que algo possa ser comunicado?
É a estranheza
sinónimo de incomunicabilidade ou, ao invés, condição de possibilidade
do comunicar?
José Manuel Esteves - Ironia e Argumentação Ironia e Argumentação
José Manuel Esteves
2009

> O título deste trabalho coloca-nos automaticamente na incandescência da questão que ele pretende abordar: como acoplar ironia e teoria de argumentação? Se é este macro-objectivo que o anima e o habita, é também nele que se encadearão todos os aspectos que lhe são implícitos. Deste modo, explorar a relação entre ironia e argumentação, perpassando, se não mesmo resvalando, para outros aspectos nela articuláveis, tais como interrogatividade, retórica e dialéctica, é querer esconjurar uma relação que foi sempre precária, menor e neglicenciada, voluntária ou involuntariamente, quer na abordagem de uma teoria da argumentação quer, por igual medida, na de uma concepção da ironia.
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