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Luís Oliveira Martins
2015
> O sector da comunicação social português sofreu importantes transformações nas últimas décadas. Com efeito, observam-se mutações profundas nas Indústrias dos Media, destacando-se a concentração dos mercados, a ancoragem nas tecnologias e a adoção de práticas de gestão de marketing. Igualmente importantes são as tendências para uma maior orientação para a racionalização dos custos e para a procura de rentabilidade, assim como uma abertura progressiva ao investimento estrangeiro. Neste livro, analisam-se as tendências acima mencionadas, com destaque para as causas e efeitos associados à criação de grupos de Media fortemente integrados horizontalmente, verticalmente e diagonalmente. A constituição de grandes grupos empresariais no mercado português é o objeto de estudo central, mas o enquadramento europeu (do ponto de vista económico e político) será um ponto de referência permanente. 
Pedro Jerónimo
2015
> O estudo a que aqui damos eco, resultou de um percurso no qual se procurou responder a duas grandes questões: Que tipo de conteúdos produz a imprensa regional no âmbito do ciberjornalismo? Quais são os fatores que determinam as rotinas de produção do ciberjonalismo na imprensa regional? Pese embora o objetivo fosse partir em busca do desconhecido, procurando responder às questões formuladas, existiam algumas expetativas, resultantes daquilo que têm sido os estudos sobre ciberjornalismo, imprensa regional e jornalismo de proximidade. Assim, esperava-se que as notícias fossem o conteúdo mais frequente nos cibermeios da imprensa regional – essencialmente devido à transposição a partir do meio tradicional – e que a tradição de produção para o papel, os recursos humanos e o tempo fossem os fatores que mais determinariam as rotinas de produção ciberjornalística. O que se apresenta neste livro, resulta de uma proposta para enquadrar o ciberjornalismo enquanto ramo do jornalismo e estudar as rotinas de produção de alguns dos jornalistas da imprensa regional em Portugal para a Internet. Tal objetivo foi concretizado através da atualização, análise e discussão da principal produção teórica sobre o ciberjornalismo, rotinas de produção, imprensa regional e o jornalismo de proximidade. Considerou-se ainda o levantamento dos ciberjornais regionais que na sua versão em papel se publicassem com mais regularidade, procurando conhecer a sua evolução; e o estudo aprofundado das rotinas de produção ciberjornalística nas redações de três dos principais jornais regionais portugueses, procurando compreender o que as determina. A partir daí pretendia-se tentar descrever os processos de adoção da Internet por parte da imprensa regional portuguesa e de criação de ciberjornais; identificar a produção ciberjornalística aí existente; observar a vivência dos jornalistas em relação a essas rotinas; identificar os recursos envolvidos; caraterizar os ciberjornalistas de proximidade (se existissem); conhecer os contextos das redações que adotaram a Internet e o ciberjornalismo; compreender o que determina as rotinas de produção ciberjornalística na imprensa regional. Para tal, recorreu-se à base de dados da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) e a pesquisas próprias, de modo a serem identificados os jornais regionais que se publicassem com mais regularidade no meio tradicional (periodicidade diária a semanal), bem como ao estudo Bareme Imprensa Regional (Bareme, 2010), a partir do qual foram identificados os três distritos com mais audiência: Castelo Branco (74,7%), Santarém (73,4%) e Leiria (70,1%). Para cada um deste territórios, procurou-se o jornal que 1) tivesse mais audiência, 2) que apresentasse produção regular no respetivo cibermeio e ainda 3) que as três escolhas finais pudessem representar distintas naturezas de propriedade. Assim, chegou-se, respetivamente, aos jornais Reconquista, O Mirante e Região de Leiria – todos com periodicidade semanal.
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